Feitio de Oração
Coral de Ouro Preto
A dualidade emocional do samba em “Feitio de Oração”
“Feitio de Oração”, interpretada pelo Coral de Ouro Preto e composta por Noel Rosa e Vadico em 1933, explora o samba como uma expressão profunda de sentimentos, especialmente saudade e nostalgia. O verso “Sambar é chorar de alegria, é sorrir de nostalgia, dentro da melodia” destaca como o samba mistura dor e celebração, mostrando que essas emoções coexistem tanto para quem canta quanto para quem ouve. O contexto histórico da canção reforça essa ideia ao afirmar que o samba não se aprende formalmente, mas nasce da vivência e da emoção, como em “Batuque é um privilégio, ninguém aprende samba no colégio”.
A letra compara o samba a uma oração, sugerindo que cantar é uma forma de buscar alívio e proteção contra a dor da saudade: “Esta triste melodia que é meu samba em feitio de oração”. O pedido para que a morena cante na Penha, bairro tradicional do Rio de Janeiro conhecido por festas populares, indica a busca por conforto coletivo e espiritualidade através da música. Ao afirmar que “o samba na realidade não vem do morro, nem lá da cidade... nasce do coração”, a canção rompe com estereótipos e defende que o verdadeiro samba é fruto da paixão e da experiência pessoal, valorizando seu aspecto emocional e universal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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