Beira-Mar Novo
Coral Trovadores do Vale
Despedidas e saudade em "Beira-Mar Novo" do Coral Trovadores do Vale
Em "Beira-Mar Novo", o Coral Trovadores do Vale retrata o cotidiano dos canoeiros do Vale do Jequitinhonha, destacando a rotina de despedidas e a incerteza sobre o retorno. O verso repetido “Adeus, adeus, toma adeus / Que eu já vou me embora” expressa não só a frequência das partidas, mas também o sentimento de constante deslocamento desses trabalhadores, que vivem entre idas e vindas, sempre dependentes do rio e das exigências do trabalho.
A letra utiliza imagens diretas, como “Vou remando minha canoa / Lá pro poço do pesqueiro” e “Eu morava no fundo d'água / Não sei quando eu voltarei”, para mostrar a relação íntima do canoeiro com o rio, além de evidenciar a solidão e a saudade que acompanham sua jornada. Metáforas como “Moro na casca da lima / No caroço do juá” reforçam a ideia de uma existência transitória, sem raízes fixas, sugerindo que o canoeiro pertence mais ao movimento das águas do que a um lugar específico. O tom nostálgico e resignado da música ressalta tanto a dureza quanto a beleza da vida ribeirinha, valorizando a tradição e a cultura preservadas pelo Coral Trovadores do Vale.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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