
Meio Loco (part. Cogito)
Costa Gold
Resistência e saúde mental em "Meio Loco (part. Cogito)"
"Meio Loco (part. Cogito)", do Costa Gold com participação de Cogito, aborda a ideia de ser considerado "louco" como uma forma de resistência e autenticidade, especialmente no contexto do rap e da vida urbana. A música questiona o peso de viver fora dos padrões e mostra que ser chamado de louco pode ser tanto um insulto quanto um reconhecimento de quem ousa pensar diferente. Isso fica claro no verso: “Me chamam de louco / Louco, por pensar diferente de quem divide meu espaço”, que destaca o desafio de manter a individualidade em meio à pressão por conformidade.
A letra mistura situações do cotidiano, como o conflito entre vida pessoal e carreira — “Tem minha mina, mais minha rima, se elas briga / Sintonia eu me abalo” — e críticas à indústria musical, vista como algo que inspira e consome ao mesmo tempo: “Me vingo, ela me mata é a mesma que me crio”. O refrão reforça o sentimento de isolamento e incompreensão, refletindo questões de saúde mental e a busca por identidade. Cogito traz o peso das expectativas sociais e familiares, mostrando que a sensação de ser "meio louco" persiste mesmo cercado de pessoas. Já Predella aprofunda o tema do cárcere mental, usando metáforas como “sequestrei minha própria mente” e “cárcere privado” para ilustrar o impacto do estresse e do vício. No conjunto, a música retrata de forma honesta as batalhas internas e externas de quem tenta ser fiel a si mesmo em um ambiente que rotula e limita.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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