
N.A.D.A.B.O.M.
Costa Gold
Vulnerabilidade e crítica social em “N.A.D.A.B.O.M.” do Costa Gold
Em “N.A.D.A.B.O.M.”, o Costa Gold apresenta um retrato honesto das insatisfações e angústias que coexistem com o estilo de vida ostentado pelo grupo. O refrão, com a frase “Hoje nada tá bom”, deixa claro o tom direto e reflexivo da música, mostrando que, mesmo com conquistas e prazeres, há espaço para crises pessoais e questionamentos. O título, sigla para “Nada Além de Amigos, Bebidas e Outras Mulheres”, resume o universo recorrente do grupo, mas a letra vai além do hedonismo superficial.
Predella expõe dilemas internos, como a dificuldade de se encaixar em padrões sociais e a saudade dos pais ausentes há “dois anos e oito meses”. Ele conecta experiências pessoais a críticas sociais, como em “Nós somos frutos sociais / Agindo no individual!”, e denuncia manipulações históricas e culturais ao dizer: “A massa alienada do argumento lesional / Faz criança achar que Deus é Pedro Alvares Cabral”. As referências à realidade das ruas, como “cabron vendendo pedra” e “as chica? Vende elas mêmo”, mostram a dureza do cotidiano e a mercantilização das relações. Nog reforça a ideia de cobrança e consequências: “A cobrança vêm! De uma maneira inesperada, sem dúvida”, reconhecendo erros do passado e expressando o desejo de progresso e proteção divina. Assim, “N.A.D.A.B.O.M.” equilibra o retrato cru da vida urbana com momentos de autorreflexão, revelando as angústias e buscas por sentido por trás da fachada de festas e excessos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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