
Preguiça (part. Xamã)
Costa Gold
Controvérsia e irreverência em "Preguiça (part. Xamã)" do Costa Gold
"Preguiça (part. Xamã)", do Costa Gold, se destaca pelo uso de metáforas ousadas e linguagem urbana para expressar autossuficiência, ironia e desafio. A música ficou marcada por uma grande polêmica envolvendo o verso de Nog: “Deixa ela dormir que se ela vira, eu como / Boto o cano na goela e atiro gozo”. O trecho foi amplamente criticado por ser interpretado como apologia ao estupro, já que sugere uma relação sexual com uma mulher dormindo. Isso gerou debates sobre os limites da linguagem no rap e a responsabilidade dos artistas. Nog afirmou que a intenção era apenas expressar desejo sexual de forma metafórica, mas a gravadora reconheceu a gravidade da ambiguidade e decidiu substituir o verso, mostrando como a provocação artística pode facilmente ultrapassar limites éticos no gênero.
Além da controvérsia, a letra aborda temas clássicos do rap, como ostentação, superação, crítica social e exaltação do próprio talento. Xamã e Predella trazem referências pop e culturais, como “Tiranossauro Rex, old school, Michael Jackson dos pops” e “Pau na Hermione, é tudo nosso em Hogwarts”, criando um clima descontraído e irônico. O refrão “Cara talentoso, meio preguiçoso... Eu sou um cara perigoso, segurando o gozo” brinca com a ideia de ser relaxado, mas ainda assim perigoso e habilidoso, misturando sexualidade, humor e autoconfiança. Assim, a música reflete tanto a irreverência do rap quanto os riscos de buscar impacto sem considerar possíveis consequências éticas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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