O Tigre Mitológico No Aterro do Flamengo
Covil Do Lobo
Liberdade criativa em "O Tigre Mitológico No Aterro do Flamengo"
Em "O Tigre Mitológico No Aterro do Flamengo", Covil Do Lobo usa a figura de um tigre de duas cabeças, ao mesmo tempo mitológico e domesticável, para simbolizar a liberdade criativa e a imaginação no contexto urbano. O Aterro do Flamengo, espaço real de lazer e cultura no Rio de Janeiro, serve como cenário para essa mistura de fantasia e cotidiano. Nos versos “Hoje é domingo / E a praia é só minha / Montado no tigre / Eu me sinto bem mais livre”, a música destaca a sensação de liberdade e pertencimento, sugerindo que o extraordinário pode surgir em momentos comuns, especialmente em um domingo tranquilo no parque.
A letra brinca com referências do dia a dia, como o museu de arte, o monumento da segunda guerra e o aeroporto Santos Dumont, misturando esses elementos reais com o surrealismo do tigre fantástico. A presença de "botânicos" e "ambientalistas" tentando capturar o tigre, que está "na lista dos animais em extinção", funciona como uma crítica bem-humorada à tentativa de controlar até mesmo aquilo que pertence ao campo da imaginação. O refrão repetitivo e o final aberto – “E o final da história / Não vou te contar / O tigre é um mito / E você pode recriar” – reforçam o convite para que cada pessoa crie sua própria versão dessa fantasia, celebrando a criatividade e a liberdade de olhar o mundo de forma inventiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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