
Cadeira de Balanço
Craveiro e Cravinho
Memórias e legado familiar em “Cadeira de Balanço”
Em “Cadeira de Balanço”, Craveiro e Cravinho retratam a figura do pai idoso balançando-se na cadeira como símbolo do acúmulo de memórias, do peso do tempo e da solidão que acompanha o envelhecimento. O trecho “Comparei uma bandeira que o tempo vai arreando / Bandeira feita de lida / No velho mastro da vida solitária tremulando” usa a imagem da bandeira para representar a trajetória de trabalho e luta do pai, marcada pelo desgaste, mas ainda resistente e digna mesmo na velhice.
A música também aborda a passagem de gerações e o reconhecimento do valor das experiências vividas. Em “Percebi naquela hora / Que o mocinho de outrora na cadeira cochilava”, o filho percebe que o homem forte do passado agora descansa, despertando sentimentos de saudade e respeito. O verso final, “Todas as minhas faculdades / Não me ensinaram a metade do que meu pai me ensinou”, reforça que o conhecimento transmitido pelo exemplo paterno é mais valioso do que qualquer aprendizado formal. O tom nostálgico e emotivo, característico do sertanejo raiz, é intensificado pelo contexto do retorno da dupla após anos afastados, tornando a canção um tributo à memória, à família e à passagem do tempo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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