Visita Na Estância
Crioulo Batista
Tradição e memória gaúcha em “Visita Na Estância”
“Visita Na Estância”, de Crioulo Batista, destaca a importância de preservar a memória e as tradições do Rio Grande do Sul ao narrar uma visita a um antigo casarão repleto de histórias familiares e de luta. A letra faz uma conexão direta entre a experiência pessoal do narrador e a história coletiva da região, especialmente ao mencionar vestígios de revoluções, como fuzis, trincheiras e marcas de bala. O trecho “Se nota ainda os furos de bala / Que a história fala que a tempos / Zunia” mostra como o espaço físico carrega as marcas dos conflitos históricos, transformando a casa em um símbolo vivo de resistência e passagem do tempo.
A música também valoriza figuras importantes da cultura gaúcha, como a família Teixeira e o cantor Teixeirinha, citado em “No mundo inteiro muito conhecido / Quando gravou meu nome é corisco / Descanse em paz saudoso rei do disco”. O narrador expressa respeito e saudade ao lembrar dos que já se foram, como em “Olho pro quadro de fotografia / Pra lembrar as famílias que já foram mortas”, e assume o compromisso de cuidar do casarão e plantar uma nova figueira, símbolo de continuidade. Ao final, a canção ressalta o orgulho e a responsabilidade de manter vivas as raízes, reconhecendo o papel de cada geração na defesa da própria história, como em “E serei eu defendendo o Brasil / Se por acaso houver outra revolta”.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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