
Angélica
CTS Kamika-Z
Metáfora da dependência em "Angélica" de CTS Kamika-Z
Em "Angélica", CTS Kamika-Z utiliza o nome da personagem como uma metáfora para a cocaína, transformando a droga em uma figura sedutora e destrutiva. A escolha de expressões como "dama de branco", "Angelina Jolie da favela" e "noiva de bandido" reforça essa personificação, mostrando como a substância é vista tanto como objeto de desejo quanto de ruína, especialmente no contexto das periferias urbanas. Essa abordagem evidencia a ambiguidade entre prazer e autodestruição, central na experiência do vício.
A letra apresenta de forma direta a relação de dependência, alternando entre momentos de fascínio e arrependimento. Trechos como "Química da morte, corrosiva, cocaína / É branca, bela e deixa a língua adormecida" e "Angélica, você destrói corações" deixam claro o impacto devastador do vício. Já versos como "Sinto sua falta, não me procure mais / Angélica, você destrói corações" revelam o ciclo de atração e rejeição típico do uso de drogas. O refrão "Codinome cocaína é ela (Angélica)" reforça a identidade da substância, tornando inseparável a figura feminina da droga. Ao usar uma linguagem urbana e referências do cotidiano das periferias, CTS Kamika-Z denuncia a realidade do vício e humaniza o drama de quem convive com ele, sem romantizar ou moralizar a experiência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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