
Maten Las Ballenas
El Cuarteto de Nos
Sarcasmo e crítica ambiental em “Maten Las Ballenas”
Em “Maten Las Ballenas”, El Cuarteto de Nos usa o sarcasmo para criticar a indiferença da sociedade diante da destruição ambiental. A letra apresenta um narrador que, desde criança, demonstra desprezo pela natureza, relatando atos de crueldade contra animais e plantas. Esse exagero serve para criar uma caricatura de quem ignora ou até zomba das preocupações ambientais, expondo uma postura real de apatia e egoísmo.
O sarcasmo fica ainda mais evidente quando o narrador ridiculariza ativistas e organizações ambientais, como ao chamar o Greenpeace de “gran curro” (um grande golpe, um esquema) e se referir a Cousteau como “un viejo pelotudo” (um velho idiota). Essas provocações mostram o ceticismo de quem desacredita de qualquer esforço coletivo em defesa do planeta, sugerindo que tais iniciativas são apenas fachada ou oportunismo. O refrão reforça essa crítica ao afirmar: “Que me chupa que la tierra un día no se pueda habitar / cuando reviente yo ya no voy a estar” (“Não me importo se um dia a Terra não puder ser habitada / quando tudo explodir eu já não vou estar aqui”). Essa lógica egoísta, levada ao extremo, reflete comportamentos reais de quem só se preocupa com o presente. As imagens grotescas e absurdas, como desejar ver pinguins cobertos de petróleo ou propor “matar ballenas hasta exterminarlas” (“matar baleias até exterminá-las”), são usadas para provocar desconforto e reflexão, denunciando a irresponsabilidade ambiental e a falta de empatia coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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