
Homens de Negócio (part. Baratapai)
Dalsin
Ambição e integridade em "Homens de Negócio (part. Baratapai)"
"Homens de Negócio (part. Baratapai)", de Dalsin, explora a diferença entre ambição verdadeira e a busca superficial pelo sucesso, usando o universo dos negócios como metáfora para as relações e disputas do dia a dia. No trecho “Homens de negócio jogam baixo chef / Eu deixo eles achar que tá bom / Homens de verdade pensam grande chef / Não tem confete pra quem sabe o que é bom”, Dalsin contrasta quem se contenta com pequenas vitórias e estratégias duvidosas com quem mantém uma visão ampla e autêntica sobre o que realmente importa. O uso do termo “chef” reforça respeito e liderança, indicando que o valor está em pensar grande e agir com integridade, não em buscar reconhecimento fácil ou atalhos.
A letra também aborda desafios pessoais e tentações do ambiente urbano, como em “Meu corpo pede uma pausa pro vício” e “A voz que me arrasta se eu dou trela / Aquela que desperta o sentinela”. Dalsin fala sobre a luta interna entre ceder a impulsos autodestrutivos e manter o foco nos objetivos. O ambiente é de constante vigilância e competição, onde “jogar contra nóis dentro de casa é sinistro” e qualquer deslize pode ser fatal. Referências a “pivetes na construção” e à vida de rua reforçam o contexto de ascensão social e sobrevivência, temas frequentes na obra de Dalsin. Ao usar imagens urbanas, o artista mostra a pressão por status e dinheiro, mas sugere que a verdadeira vitória está em manter a essência e não se perder no jogo dos "homens de negócio".
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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