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Celebrando ancestralidade e humor em "Tia Chimba"

"Tia Chimba", de Dandara Ventapane, retrata de forma leve e divertida o cotidiano dos rituais afro-brasileiros e a celebração da cultura popular nas comunidades do morro. A música transforma a experiência da "macumbá" – termo popular para práticas religiosas de matriz africana – em uma narrativa cheia de humor, especialmente ao descrever situações como a confusão causada pela descida do santo e a reação da sogra, que "disse tanto desaforo / Fez a turma disparar". Esses detalhes mostram como as tradições são vividas com respeito, mas também com descontração e alegria.

Dandara Ventapane, neta de Martinho da Vila, traz em sua música a forte ligação com o samba e as tradições afro-brasileiras, evidenciada nas referências à capoeira e à macumba. A letra valoriza a ancestralidade e a importância dos rituais, sem perder o tom festivo e cotidiano, como no trecho "Eu me ria como quê" ao lembrar do dia atribulado. O refrão repetitivo e contagiante, "macumba é bom, hoje eu vou lá", reforça a celebração da religiosidade e da alegria de pertencer a essa cultura. "Tia Chimba" é, assim, uma homenagem às raízes e um convite para enxergar a riqueza e o humor presentes nas tradições afro-brasileiras.

Composição: Heitor dos Prazeres. Essa informação está errada? Nos avise.

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