
Rola Preta
Danny Bond
Afirmação travesti e resistência em “Rola Preta” de Danny Bond
“Rola Preta”, de Danny Bond, vai além da sexualidade explícita ao transformar o desejo em uma afirmação de identidade travesti e negra. A música rompe tabus ao colocar o prazer e o corpo dissidente no centro da narrativa, destacando o orgulho e a autoconfiança de quem enfrenta o preconceito. Versos como “Eu sou a Danny Bond e nunca vou desistir / Porque eu sou é travesti, é travesti, é travesti / Aquela que você chora por existir” mostram a artista celebrando sua existência e desafiando a marginalização, ao mesmo tempo em que reivindica respeito e espaço na sociedade.
A letra utiliza uma linguagem direta e sem censura para expressar desejos sexuais, mas também para valorizar a negritude e a identidade travesti. O uso repetido de termos como “preta” e “negão” vai além do desejo, funcionando como uma valorização do corpo negro, tanto do desejado quanto do próprio corpo da artista. Ao se colocar como protagonista do próprio prazer e afirmar sua identidade, Danny Bond subverte padrões normativos e heterocisnormativos. Assim, “Rola Preta” se destaca como um manifesto de empoderamento sexual e resistência LGBTQIA+ na música brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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