
Virei Sapatão
Danny Bond
Orgulho e irreverência em "Virei Sapatão" de Danny Bond
Em "Virei Sapatão", Danny Bond utiliza a repetição da frase "Eu virei foi sapatão" para afirmar com orgulho sua identidade lésbica e desafiar, de forma bem-humorada, os preconceitos ligados à sexualidade feminina. A artista faz uso de ironia e referências explícitas para questionar estereótipos, como nos versos “Tô parecendo um macho, estilo Maria Gadú” e “Só sei que vou usar um sapato All Star”, brincando com clichês associados a mulheres lésbicas no imaginário popular.
A letra mistura experiências pessoais e provocações, citando figuras conhecidas da comunidade LGBTQIA+, como em “Tô pegando a filha da Gretchen, aquela chamada Thammy”. Danny Bond também compara, de maneira direta e sem pudor, suas experiências sexuais com homens e mulheres, como no verso “No café da manhã eu como pão com manteiga / Mas quando chega a noite / Eu chupo é buceta”. Esse tom irreverente e a linguagem popular aproximam a música do público, ao mesmo tempo em que reforçam o ativismo da artista. Assim, Danny Bond transforma sua vivência em um manifesto de resistência, empoderamento sexual e celebração da diversidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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