
Ultravioleta
Daparte
Desejo e mistério em "Ultravioleta" de Daparte
Em "Ultravioleta", Daparte utiliza a palavra do título como metáfora para sentimentos e desejos que vão além do que é visível ou facilmente compreendido. Assim como a radiação ultravioleta está fora do espectro que enxergamos, a relação retratada na música se desenvolve em um território de intensidade, segredo e ambiguidade. Versos como “um crime perfeito” e “meias verdades” reforçam essa atmosfera misteriosa, sugerindo que parte da atração entre os personagens está justamente no que não é dito ou revelado completamente.
A repetição de frases como “me diz que você quer também” e “eu sou refém do que você quiser” destaca a entrega e a vulnerabilidade de quem canta, mostrando alguém disposto a se deixar levar pelo outro, mesmo diante das incertezas. O verso “um gole que eu não dei” aponta para experiências e oportunidades ainda não vividas, alimentando o desejo e a expectativa. Já a afirmação “meu bem a gente não precisa de ninguém pra dizer a direção” reforça a autonomia do casal, que prefere viver essa relação intensa sem se preocupar com opiniões externas. No geral, "Ultravioleta" constrói um clima de intimidade, desejo e cumplicidade, marcado por segredos e pela busca de algo que ultrapassa o óbvio.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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