
Salomé e Pablito
Das Quebradas
Homenagem e resistência cruzeirense em “Salomé e Pablito”
“Salomé e Pablito”, do Das Quebradas, presta homenagem a dois torcedores históricos do Cruzeiro que faleceram em momentos marcantes para o clube. Ao citar diretamente os nomes — “Salomé e Pablito / No céu também vai cantar” — a música cria uma ponte entre a paixão dos que já se foram e a energia dos que continuam apoiando o time. Essa escolha reforça a ideia de que o amor pelo Cruzeiro ultrapassa gerações e até mesmo a vida, tornando-se parte fundamental da identidade da torcida.
A letra também aborda a superação do clube após o rebaixamento, especialmente em versos como “Disseram que eu ia morrer / Torceram para eu acabar / Mas se esqueceram / Eu sou acostumado a guerrear”. Aqui, o tom é de desafio e orgulho, mostrando que, apesar das dificuldades e das previsões negativas, o Cruzeiro e sua torcida permanecem firmes. O refrão “Hoje / É o dia da glória / De fazer história / De ver quem sorriu, sofrer” expressa o sentimento de revanche e redenção, celebrando o retorno à Série A como um momento de virada. Expressões como “mais forte e cabuloso” e a repetição de “Voltei!” reforçam o orgulho cruzeirense e a união da torcida, que se mantém viva e presente, inspirada por figuras como Salomé e Pablito.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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