
As Baratas
Daúde
A Metáfora das Baratas: Uma Reflexão sobre a Realidade Urbana
A música 'As Baratas' de Daúde utiliza a figura da barata como uma metáfora para problemas e incômodos persistentes na vida urbana. A repetição da frase 'Eu nunca vi tanta barata' enfatiza a onipresença desses problemas, que podem ser interpretados como dificuldades sociais, econômicas ou até mesmo pessoais que se acumulam e parecem inescapáveis. A barata, um inseto geralmente associado a sujeira e degradação, simboliza esses aspectos negativos que invadem o cotidiano das pessoas.
A letra também menciona a 'senhora dona', que pode ser vista como uma figura de autoridade ou alguém responsável por lidar com esses problemas. No entanto, a solução proposta – 'pega no chinelo e mata' – é simplista e não resolve a raiz do problema, apenas o elimina temporariamente. Isso sugere uma crítica à forma como muitas vezes lidamos com questões complexas de maneira superficial, sem buscar soluções duradouras.
Além disso, a menção à 'cidade da prata' como um lugar idealizado onde esses problemas não existem reflete o desejo de escapar da realidade difícil. No entanto, a letra deixa claro que essa fuga é ilusória, pois a presença da 'senhora dona' e das baratas é uma constante. A música termina com o eu lírico afirmando que tem 'muito o que fazer', indicando que, apesar dos problemas, a vida continua e é necessário seguir em frente, enfrentando os desafios diários.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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