
Always Crashing In The Same Car
David Bowie
A Repetição dos Erros em 'Always Crashing In The Same Car' de David Bowie
A música 'Always Crashing In The Same Car' de David Bowie, lançada no álbum 'Low' de 1977, é uma reflexão sobre a repetição de erros e a sensação de estar preso em um ciclo vicioso. Bowie utiliza a metáfora de dirigir um carro e constantemente bater no mesmo lugar para ilustrar essa frustração. A letra começa com a menção de 'cada chance que eu tomo, eu tomo na estrada', sugerindo que ele está sempre tentando algo novo, mas acaba cometendo os mesmos erros.
A imagem dos 'quilômetros e os semáforos vermelhos' pode simbolizar os obstáculos e desafios que ele encontra ao longo do caminho. Mesmo com a vigilância constante, 'olhando para a esquerda e para a direita', ele não consegue evitar o desastre. A repetição do verso 'Oh, but I'm always crashing in the same car' reforça a ideia de que, apesar dos esforços, ele se vê repetidamente na mesma situação problemática.
No segundo verso, Bowie menciona 'Jasmine', que pode ser uma figura observadora ou uma representação de uma parte de si mesmo. A descrição de dirigir em círculos na garagem do hotel e atingir altas velocidades ('tocando perto de 94') sugere uma busca frenética por algo, talvez uma solução ou uma saída. No entanto, a conclusão é a mesma: ele continua 'batendo no mesmo carro'. Essa música pode ser vista como uma metáfora para a luta pessoal de Bowie com seus próprios demônios e a dificuldade de quebrar padrões autodestrutivos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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