
Cama Brasileira
Dazaranha
Cultura e cotidiano em “Cama Brasileira” de Dazaranha
A música “Cama Brasileira”, da banda Dazaranha, faz uma homenagem descontraída à vida e à cultura da Ilha de Santa Catarina. Logo no início, a frase “caxixi não é xequerê” destaca a riqueza dos ritmos brasileiros ao diferenciar dois instrumentos de percussão que, apesar de parecidos, têm identidades próprias. Isso reforça a valorização da diversidade cultural do país. A menção a “Doricos” traz um elemento local, possivelmente ligado ao sotaque ou a uma expressão típica de Florianópolis, mostrando o orgulho pelas particularidades da região.
A letra mistura referências sensoriais, como “cheiros” e “temperos”, com citações à música e à arte, criando um retrato vivo do cotidiano da ilha. Ao mencionar “Novos baianos, usina, arte do Brasil”, a banda conecta a tradição musical nacional à energia criativa local, sugerindo que a ilha é um espaço fértil para a expressão artística. O verso “Qualquer tipo de chão é a cama brasileira” amplia o sentido de acolhimento e adaptabilidade, mostrando como o brasileiro encontra conforto em diferentes situações, seja em uma rede, esteira ou cama de madeira. Outras passagens, como “A bebida do bêbado bateu na borda do bar de Uluwatu”, trazem um tom lúdico e global, enquanto “Leurucubaca é ela e tu, é arapuca e araponga” brinca com palavras e sons, evocando sorte, azar e liberdade. Assim, “Cama Brasileira” celebra a criatividade, a leveza e a diversidade do Brasil, com um olhar especial para a cultura local.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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