
Tribo da Lua
Dazaranha
Ritual e pertencimento em "Tribo da Lua" de Dazaranha
Em "Tribo da Lua", Dazaranha explora a relação íntima entre as pessoas e a natureza de Florianópolis. A imagem da "canoa partindo de madrugada" transmite cumplicidade e pertencimento a um universo particular, onde a conexão com o ambiente e a cultura local é fundamental. O fato de a partida acontecer "pra ninguém ver e nem ouvir" sugere um ritual reservado, quase secreto, reforçando a ideia de que a "tribo da lua" compartilha experiências e conhecimentos que escapam ao olhar comum, valorizando o silêncio e a tranquilidade da noite.
As menções ao "dragão" e ao "índio" fazem referência direta a formações rochosas da ilha, que, segundo a cultura popular, lembram essas figuras. Esses elementos naturais se transformam em símbolos de identidade local, fortalecendo o vínculo da música com o imaginário e a paisagem de Florianópolis. A lua, sempre presente, ilumina e protege a travessia, enquanto o contraste entre "a ilha acordando e a malucada dormindo" destaca o despertar silencioso da natureza e dos que a respeitam, em oposição ao sono dos que não percebem essa dimensão mais profunda do lugar. Assim, a canção celebra a comunhão com a ilha, seus mistérios e tradições, valorizando o pertencimento e a harmonia com o ambiente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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