
Vagabundo Confesso
Dazaranha
Tradição e liberdade em “Vagabundo Confesso” de Dazaranha
“Vagabundo Confesso”, do Dazaranha, faz uma ponte entre a boemia do litoral e as tradições populares brasileiras, especialmente ao citar Iemanjá e Janaína, figuras importantes das religiões afro-brasileiras ligadas ao mar. O verso “Odoiá odossiaba, salve minha mãe Iemanjá” funciona como uma saudação religiosa e também como um reconhecimento da ancestralidade e da força do mar, mostrando o respeito do personagem pela natureza e pela cultura local.
A música valoriza um estilo de vida leve e prazeroso, destacando momentos simples como tomar café na cama, beber suco de laranja e vinho, e aproveitando a noite como espaço de liberdade e convivência. Quando o narrador diz “Sou vagabundo eu confesso / Da turma de 71”, ele assume com orgulho sua identidade boêmia, celebrando a amizade, a malandragem e a capoeira, todos elementos marcantes da cultura popular brasileira. O termo “vagabundo” é ressignificado na canção, representando alguém que busca liberdade, alegria e leveza, reforçando o clima descontraído e festivo que marca a música.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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