
Maruim
Dazaranha
Identidade e cotidiano de Florianópolis em “Maruim”
“Maruim”, da banda Dazaranha, destaca-se por unir elementos do rock pesado com referências ao folclore de Florianópolis, criando uma celebração da identidade local. A expressão “Black Sabbath com Boi de Mamão” resume bem essa mistura, mostrando como a música valoriza tanto o tradicional quanto o moderno. O maruim, mosquito típico dos manguezais, é usado como símbolo de quem vive à margem do glamour, mas mantém autenticidade e orgulho. Quando a letra afirma: “Maruim não é o bicho, maruim é inseto / Maruim manifestou, maruim que tá certo”, há uma brincadeira com a expressão popular “ser o bicho”, invertendo o sentido para valorizar o que é simples e comum, mas essencial à vida da ilha.
A música traz cenas do cotidiano, como em “quatro pães de trigo, dona Ziza / meia dúzia de bananas e uma água sem gás”, aproximando a narrativa da rotina do povo local. Já versos como “nunca teve um Dockside Samello, nunca teve na Disney” reforçam a ideia de uma vida sem luxos, mas rica em experiências autênticas. Elementos naturais como o mangue, as ostras e o caranguejo aparecem como metáforas para a riqueza cultural e ambiental da região. Assim, “Maruim” se transforma em um manifesto de orgulho da cultura popular, mostrando a beleza e o valor do cotidiano e das influências diversas que formam a identidade de Florianópolis.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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