Burguesia
De Menos Crime
Crítica social e resistência em "Burguesia" do De Menos Crime
A música "Burguesia" do De Menos Crime faz uma crítica direta à desigualdade de poder entre a elite e as classes populares. A letra destaca não só a opressão econômica, mas também a manipulação institucional e simbólica exercida pela burguesia. Um ponto central é a denúncia da hipocrisia da elite, ao mesmo tempo em que valoriza a força e a resiliência dos marginalizados, como no verso “Mas minha gente é forte e supera seus cortes”. O uso de frases como “a burguesia fede” e “burguesia do caralho” reforça o tom de repúdio e indignação, tornando a crítica ainda mais incisiva.
A canção vai além da denúncia da desigualdade material, abordando também a influência da burguesia sobre a polícia e a mídia, como em “tem a polícia à sua disposição” e “a mídia está ao seu dispor nos mostrando como pobres coitados”. A letra deixa claro que o incômodo não é a riqueza em si, mas a postura hipócrita da elite e sua responsabilidade na perpetuação da miséria: “Não é sua fartura que me incomoda; E sim a sua hipocrisia é que me sufoca”. O grupo também critica a manipulação da imagem pública, mostrando como os pobres são retratados como delinquentes enquanto a burguesia é enaltecida. Ao final, a música convoca à resistência e à consciência, alertando para o poder de sufocamento da burguesia, mas reafirmando a força e a disposição de luta dos menos favorecidos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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