
Esperança (part. Totó ST)
Deezy
Realidade social e apelo coletivo em “Esperança (part. Totó ST)”
Em “Esperança (part. Totó ST)”, Deezy retrata de forma direta a dura realidade de crianças que precisam trabalhar desde cedo para ajudar suas famílias, especialmente em bairros periféricos de Luanda, como Coreia e Ilha do Cabo, locais onde o videoclipe foi gravado. A repetição de “vai vender (eu vou)” logo no início da música evidencia a rotina exaustiva dessas crianças e denuncia a falta de oportunidades e o abandono social enfrentado por essas comunidades. Esse contexto é reforçado pelo verso “Como criança que sou, também devia 'tar na escola / Estado não dá pilha, só tem uma vida pa' nos dar knowledge”, que expressa a frustração com a ausência de acesso à educação, perpetuando o ciclo de pobreza.
A letra utiliza situações do cotidiano, como a necessidade de “desenrascar” e vender para sobreviver, para ilustrar a luta diária dessas pessoas. O refrão “Tô a vir dum sítio onde a esperança já morreu há bué” transmite o sentimento de cansaço e resignação, enquanto a frase “They don't really care about us” (Eles não se importam conosco) denuncia a indiferença das autoridades e da sociedade. No final, o apelo por empatia – “É preciso sentir, é preciso ter empatia, é preciso saber que somos todos um” – transforma a música em um chamado à solidariedade. O uso do sample de “Eu Vou” de Totó ST, citado por Deezy como inspiração, reforça a autenticidade da obra e valoriza a cultura local.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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