
Canção de Engate
Delfins
Desejo e liberdade em "Canção de Engate" dos Delfins
"Canção de Engate", dos Delfins, aborda de forma clara e direta o desejo e a honestidade dos encontros casuais. O termo "engate", comum em Portugal, refere-se à busca espontânea por companhia, geralmente em ambientes noturnos. A letra mergulha nesse universo sem julgamentos, reconhecendo tanto a solidão quanto a vontade de aproveitar o momento. Quando a música diz: "Tu estás livre e eu estou livre / E há uma noite para passar", destaca-se a ideia de que, diante da liberdade e da oportunidade, o mais importante é viver o presente, sem criar expectativas de futuro ou fazer promessas.
O refrão "Vem que o amor / Nem é o tempo / Que o faz / Vem que o amor / É o momento" reforça que a conexão entre duas pessoas pode ser intensa e passageira, sem depender de uma longa construção. A canção também mostra a vulnerabilidade de quem busca companhia, como em "Tu que buscas companhia / E eu que busco quem quiser / Ser o fim desta energia / Ser um corpo de prazer". O desejo é tratado de forma natural, sem idealizações, valorizando o simples fato de não estar só e de compartilhar um instante de prazer e cumplicidade. A versão dos Delfins mantém a essência emotiva da composição original de António Variações, trazendo para o pop-rock português dos anos 80 e 90 uma reflexão honesta sobre liberdade, desejo e a beleza do agora.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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