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Setembro

Delicatessen

A permanência do amor ao longo do tempo em “Setembro”

A música “Setembro”, do Delicatessen, começa com a frase “Dois mais um não é três / É vinte e um”, que desafia a lógica matemática para mostrar que, quando se trata de sentimentos e experiências, o resultado pode ser muito maior do que o esperado. Essa ideia se conecta ao tema central da canção: a relação entre tempo e amor. O “dia lento de setembro” representa um momento marcante, que permanece vivo na memória mesmo após a passagem de muitos meses e anos, como sugerem as imagens de “tantas luas”, “dezembros voando” e “janeiros girando”. Esses versos reforçam como o tempo passa, mas certos sentimentos continuam presentes e intensos.

A letra também aborda sonhos e oportunidades que passaram despercebidos, como em “Sonhei tanto que não vi / E se passou foi em silêncio / Não ouvi”, trazendo uma sensação de nostalgia e leve tristeza. Apesar disso, o amor retratado na música é diferente dos “amores ausentes”; ele permanece “parado no ar”, sempre presente e inalterado pelo tempo. Nos versos finais – “Esse amor que vai ficando / Sem perder o tom e o corpo / Sem perder a luz e a cor / Por todos os setembros” – a canção reforça a ideia de um sentimento que resiste às mudanças e se renova a cada ciclo. Assim, “Setembro” celebra a força e a permanência do amor, mesmo diante do passar dos anos.

Composição: Carlos Badia, Roberto Callage. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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