
Veneno
DELLAFUENTE
Dor e memória em "Veneno": luto e amor incondicional
Em "Veneno", DELLAFUENTE aborda de forma direta a dor da perda de alguém amado, sugerida pela menção ao "quiste" (cisto) na letra. O verso “Maldigo la hora en que salió ese quiste” (“Amaldiçoo a hora em que apareceu esse cisto”) revela um lamento pessoal diante de uma doença grave, trazendo à tona sentimentos de impotência e revolta. O artista questiona a fé e o papel de Deus no sofrimento, como em “No entiendo por qué se esconderá tu Dios / Si acaso quiere romper la familia” (“Não entendo por que seu Deus se esconde / Se acaso quer destruir a família”), expressando a incompreensão comum a quem enfrenta perdas profundas.
A canção explora a contradição entre a beleza da vida e o sofrimento inevitável, evidenciada em “La vida es hermosa no entiendo el veneno” (“A vida é linda, não entendo o veneno”). O amor permanece presente mesmo após a morte, como nos versos “Te quiero como si aún oyera tu voz” (“Te amo como se ainda ouvisse sua voz”) e “En la memoria nadie muere / Pero no sabes como duele” (“Na memória ninguém morre / Mas você não sabe como dói”). O refrão, “No quiero, te quiero” (“Não quero, te amo”), resume a luta interna entre o desejo de não sofrer e a impossibilidade de deixar de amar. Assim, "Veneno" se destaca como um retrato honesto do luto, mostrando como a memória mantém viva a presença de quem se foi, mas não diminui a dor da ausência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de DELLAFUENTE e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: