
Copo D'água
Demônios da Garoa
A Sátira e a Melancolia em 'Copo D'água' dos Demônios da Garoa
A música 'Copo D'água' dos Demônios da Garoa é uma obra que mistura humor e melancolia, características marcantes do grupo. A letra, escrita em um português coloquial e repleto de gírias paulistanas, narra a história de um homem que é criticado por uma mulher por não lhe oferecer um copo d'água. A simplicidade do pedido e a reação exagerada da mulher são usadas para criar uma situação cômica, mas que também pode ser vista como uma metáfora para desentendimentos e pequenas desavenças do cotidiano.
No segundo verso, a letra adota um tom mais poético e melancólico ao descrever a mulher como 'porta-estandarte do broquio das brabuleta', uma imagem que evoca beleza e fragilidade. A referência às borboletas de olhos azuis e amarelas que 'volatilizam' sugere a efemeridade da vida e das relações. A repetição da frase 'fumos morrendo' reforça a ideia de perda e solidão, culminando na revelação de que o narrador é o único sobrevivente de um grupo de sete, o que pode ser interpretado como uma reflexão sobre a mortalidade e a inevitabilidade da morte.
Os Demônios da Garoa são conhecidos por suas letras que capturam a essência da vida paulistana, muitas vezes com um toque de humor e ironia. 'Copo D'água' não é diferente, combinando elementos cômicos e trágicos para criar uma narrativa rica e multifacetada. A música é um exemplo perfeito de como o grupo utiliza a linguagem e as imagens poéticas para explorar temas universais de maneira acessível e envolvente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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