
Pornstar 2 (part. Filipe Ret)
DEREK (Trap BR)
Racismo, ostentação e autenticidade em “Pornstar 2 (part. Filipe Ret)”
"Pornstar 2 (part. Filipe Ret)", de DEREK (Trap BR), explora de forma direta temas como ostentação, hedonismo e críticas sociais, características marcantes do trap brasileiro. Um dos pontos centrais da música é a denúncia do racismo, evidenciada no verso: “Se eu fosse branco, ninguém criticava / Achava graça, batia palma”. Aqui, DEREK destaca como artistas negros enfrentam julgamentos e preconceitos mesmo após conquistarem sucesso, trazendo à tona a diferença de tratamento em relação a artistas brancos. Essa crítica se mistura ao tom de autoconfiança e desafio, mostrando um artista que exige respeito e não se contenta com pouco, tanto em termos materiais quanto de reconhecimento.
A letra também mergulha no universo de festas, consumo de drogas e sexo, elementos comuns no trap, mas apresentados de forma explícita e sem filtros: “No meu bolso, uma poção / Ela bebe e fuma, fica com tesão”. Expressões como “pediu pra levar pau, pediu pra enfiar a pistola” trazem duplo sentido, misturando conotação sexual e referências ao crime, reforçando a atmosfera ousada do gênero. A repetição de “Na morpheus cê não tava” funciona como uma provocação, sugerindo exclusividade e autenticidade nas experiências do artista. A participação de Filipe Ret e as menções a festas e carros importados reforçam o retrato de um estilo de vida luxuoso, além de simbolizarem a união de diferentes vertentes do rap nacional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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