
Silêncio
Detonautas Roque Clube
O papel do silêncio em "Silêncio" do Detonautas Roque Clube
A música "Silêncio" do Detonautas Roque Clube aborda como o silêncio pode ser tanto um abrigo quanto um fardo em relacionamentos marcados por insegurança e perda. O silêncio, mais do que a ausência de som, aparece como um espaço onde segredos, medos e arrependimentos se acumulam, tornando-se quase um personagem central na narrativa. No trecho “Eu não posso, eu não devo / Eu não tenho, eu não quero esconder / Os segredos que ainda me restam por direito algum”, a letra revela a luta interna entre o desejo de se abrir e a dificuldade de expor sentimentos, reforçando o tom confessional do álbum "Roque Marciano".
A canção também explora o impacto emocional da perda e da insônia, como em “Quando o sono não vem / E é difícil de encarar / Quantos dias já tem? / Que eu perdi o seu amor”. Aqui, a insônia simboliza a inquietação provocada pelo fim de um relacionamento, enquanto o tempo sem o amor do outro intensifica o sofrimento. O verso “silêncio desse amor comum” sugere que, mesmo em relações aparentemente normais, existem dores e segredos não ditos que pesam mais do que palavras. O contexto da banda, conhecida por tratar de temas emocionais e sociais, reforça que a música vai além de uma história de amor, abordando questões universais de vulnerabilidade e autoconhecimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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