
Vampira
Detonautas Roque Clube
A força feminina e o mistério em “Vampira” do Detonautas Roque Clube
A música “Vampira”, do Detonautas Roque Clube, utiliza a figura da vampira como metáfora para uma mulher sedutora, livre e que desafia padrões tradicionais. A letra subverte o medo clássico do “monstro” ao mostrar que o verdadeiro temor masculino está na mulher que não se deixa dominar. Tico Santa Cruz, vocalista da banda, já afirmou que a personagem representa esse imaginário de uma feminilidade incontrolável. O refrão, com versos como “Como é que eu vou lidar com essa vampira? Se ela não tem medo da cruz”, destaca que nem símbolos religiosos nem rituais (“Cruz credo, saravá, vá de retro, bebê / Nem quizumba, nem macumba repreende essa vampira”) conseguem conter essa força, sugerindo que ela está além de qualquer repressão.
A letra mistura humor e um tom sombrio ao trazer referências ao terror e ao folclore brasileiro, como “armadilha de pomba gira”. A participação de Milton Cunha na introdução adiciona um toque carnavalesco e performático, conectando a música ao clima de festa e transgressão típico do Carnaval, época em que foi lançada. Expressões como “Ui! Vampiro, o lobo mau quer ver você” e a brincadeira com o desejo e a dúvida (“É verdade essa brisa ou é alucinação?”) reforçam o tom descontraído e provocador. Assim, “Vampira” explora o mistério, a sedução e a liberdade feminina, transformando a experiência com essa personagem em uma aventura sensual e cheia de possibilidades.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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