
Prisão Perpétua
Devinho Novaes
Sofrimento e justiça amorosa em "Prisão Perpétua"
Em "Prisão Perpétua", Devinho Novaes utiliza metáforas jurídicas para expressar a intensidade do sofrimento causado por uma traição amorosa. Ao se referir à amada como "seu juiz" e pedir uma "prisão perpétua", o cantor transforma a dor do abandono em um julgamento simbólico, onde a mulher é vista como responsável por roubar seu coração e causar danos profundos. Isso fica claro em versos como “por esse amor quase que morro, caí em uma depressão”, mostrando como a decepção afetou profundamente o protagonista.
Um dos momentos mais marcantes da música é quando o personagem vê uma criança chamando a mulher de "mamãe" no shopping. Essa cena revela que ela escondia uma parte importante de sua vida, aumentando o sentimento de engano e desilusão. A frase “ela falava que me amava, mas a mentira é o forte dela” reforça a ideia de que o relacionamento era baseado em mentiras. Além disso, a expressão “as digitais dela estão no meu corpo” mostra que as marcas deixadas por essa relação são profundas, tanto física quanto emocionalmente. Assim, "Prisão Perpétua" usa a linguagem popular do arrocha para transformar o sofrimento amoroso em um pedido simbólico de justiça, refletindo o desejo de encontrar alívio e compreensão diante da dor da traição.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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