
Engenho de Flores
Diana Pequeno
Memória e resistência em "Engenho de Flores" de Diana Pequeno
"Engenho de Flores", de Diana Pequeno, faz referência ao antigo engenho de açúcar da cidade de Flores, no Maranhão, que foi símbolo de prosperidade local. A falência desse engenho afetou profundamente a comunidade, tema central da música. O verso “quero o apito do engenho de flores chamando pra trabalhar” expressa o desejo de reviver os tempos de fartura e trabalho, mostrando como o engenho era fundamental para a vida das pessoas da região.
A canção também traz elementos da religiosidade popular, como nos pedidos de proteção a santos como São João, Cosme e Damião, reforçando a esperança diante das dificuldades após a decadência do engenho. Um ponto curioso é a confusão em algumas gravações do verso “eu vi fortaleza abalar”, que originalmente fala sobre a perda de força e estabilidade da comunidade, mas foi interpretado como “eu vi Fortaleza falar”, mudando o sentido da música. O trecho “Agora que eu quero ver se couro de gente é pra queimar” usa uma metáfora forte para questionar a resistência e o sofrimento do povo diante da exploração, mas também destaca a resiliência da comunidade. Assim, a música mistura lamento, crítica social e saudade, usando imagens simples para transmitir emoções profundas ligadas à história do Maranhão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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