Don't Play (part. Danny Peezy, Tio Edson, Mc Cabinda e Uami Ndongadas)
Diboba
Hedonismo e cultura angolana em “Don't Play” de Diboba
O refrão repetido de “Só queremos cash, bottles, kush, models, fuck troubles, Real G's, tamo a dar cabo” deixa claro o tom hedonista e despreocupado de “Don't Play”, de Diboba. A música gira em torno do prazer imediato, com destaque para dinheiro, festas, mulheres e ostentação, enquanto os problemas são ignorados. O uso de gírias angolanas como “matanga” (dinheiro), “cubico” (casa) e a expressão “tamo a dar cabo” (estamos dominando a cena) reforça a identidade local e a ligação com a cena musical de Angola. Isso se conecta ao contexto do álbum “Resistência” e às parcerias com artistas importantes do país, como Danny Peezy, Tio Edson, Mc Cabinda e Uami Ndongadas.
A letra mistura ostentação, humor e sexualidade explícita, como em “Ela chupa até sair o selo da garrafa” e “Olhar de balão, denuncia, ela quer ser rebentada”, usando metáforas para descrever situações sexuais e o clima de festa. Há também duplo sentido em versos como “tá molhada, ela se afoga na minha wave wave”, que pode se referir tanto ao ritmo da festa quanto a uma conotação sexual. O verso “Minha dama é mais bonita do que doar sangue” usa uma comparação inusitada para exaltar a parceira, enquanto “Não segue o meu estilo de vida, vais gastar o que não tens” alerta sobre o preço da ostentação. No geral, “Don't Play” celebra um estilo de vida luxuoso, livre e irreverente, marcado pela forte presença da cultura urbana angolana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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