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Solidão e distanciamento em "Pedras" de Diego Jiménez

Em "Pedras", Diego Jiménez utiliza a metáfora central "Somos pedras perdidas jogadas / No fundo de um rio" para transmitir a sensação de abandono e imobilidade emocional. A escolha da palavra "pedras" sugere dureza, frieza e isolamento, sentimentos que permeiam toda a letra. O relacionamento retratado é descrito como "vasos quebrados vazios carentes de amor" e "beijos sem a mesma doçura", evidenciando a perda da intimidade e o distanciamento afetivo entre o casal.

A música constrói um cenário melancólico de um relacionamento desgastado, onde a conexão emocional se perdeu. Versos como "nossos mundos agora distantes" e "nossa cama pequena demais pra errados amantes" mostram que, apesar da proximidade física, existe um abismo entre os dois. O trecho "nossos sonhos viraram saudade / de um tempo que não existiu" reforça a frustração e a sensação de que o amor vivido foi, em parte, uma ilusão. Mesmo sem informações diretas sobre a inspiração da canção, o uso recorrente de metáforas ligadas à natureza e aos sentimentos na obra de Diego Jiménez sugere que "Pedras" é uma reflexão sobre a solidão, o fim de um ciclo afetivo e o desejo de recomeço.

Composição: Martinha / César Augusto. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.

Enviada por lincoln. Revisões por 2 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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