
Esta Rua
Dillaz
Realidade urbana e crítica social em “Esta Rua” de Dillaz
Em “Esta Rua”, Dillaz apresenta um retrato direto da vida nas ruas, onde o perigo e a desconfiança são constantes. A repetição de “esta rua está um perigo” funciona tanto como uma descrição literal do ambiente quanto como uma metáfora para a hostilidade social, marcada por hipocrisia, falsidade e ameaças. O artista destaca a dificuldade de confiar nas pessoas, como nos versos “a ver quem passa porque quem conta o que se passa / Não passa de um mentiroso”, mostrando que a verdade é frequentemente distorcida e a confiança é rara nesse contexto.
A letra também critica a superficialidade e a hipocrisia presentes no convívio social, evidenciadas em “vês muita gente / Que dá para fina e traquina também”, apontando para pessoas que mudam de comportamento conforme a situação. Dillaz aborda ainda a pressão social e a falta de perspectivas, como em “Se até minha pobre amada acaba cabra enraivecida / E haver uma solução, tá quieto”, expressando frustração diante de um sistema opressor e de relações desgastadas. Imagens como “famílias furibundas” e “governa faz macumbas” reforçam a crítica à corrupção política e à deterioração dos laços familiares. Com linguagem direta e gírias urbanas, Dillaz aproxima a música da realidade das ruas, transmitindo uma mensagem de resistência e autenticidade: mesmo diante dos perigos, é fundamental manter-se atento e verdadeiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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