
Madrigal
Dillaz
Contraste entre tradição e autenticidade em “Madrigal” de Dillaz
Em “Madrigal”, Dillaz utiliza o título para criar um contraste entre a tradição poética do termo e a realidade dura do cotidiano urbano. O nome, associado a composições amorosas e refinadas, é usado de forma irônica para criticar a superficialidade de parte do rap contemporâneo. Isso fica claro quando ele afirma: “Se é para fazer rap só com uma maraca na mão / Deixa estar que eu desenmerdo-me”, rejeitando fórmulas comerciais e defendendo a autenticidade, um tema constante em sua carreira e nas discussões online sobre seu trabalho.
A letra também revela um lado pessoal e vulnerável, especialmente ao abordar a perda da avó: “Aquilo que eu herdo é tristeza / De a minha avó não ver crescer o neto”. Essa passagem mostra como o sofrimento íntimo impulsiona sua arte, reforçando que o rap, para ele, é uma necessidade vital: “Se é para escolher entre o rap e a vida / Leva-me a vida que o rap faz falta”. Dillaz ainda critica a comercialização do rap e a falta de respeito pelo trabalho dos artistas, usando ironia em versos como: “Já vi que passas-te no swag e chumbaste na knowledge”. No final, ele reafirma sua dignidade, dizendo que será “um senhor no luxo” ou “um senhor no lixo”, mostrando resiliência e autenticidade diante dos desafios do meio musical.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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