
Mão Só de Ida (part. Raça Negra)
Dilsinho
Liberdade e recomeço em “Mão Só de Ida” de Dilsinho
Em “Mão Só de Ida (part. Raça Negra)”, Dilsinho explora o fim de um relacionamento de forma madura e honesta. O título faz referência a uma separação definitiva, sem possibilidade de retorno, simbolizando o desejo de seguir em frente após perceber que o amor já não existia. Esse sentimento aparece em versos como “me despedir sem cumprimentar / foi um adeus só com o olhar”, que mostram uma ruptura silenciosa, porém necessária. A música destaca que, apesar da dor, ambos ganham mais ao se afastar do que ao insistir em uma relação vazia.
A letra é direta ao admitir que a convivência se tornou sufocante: “A gente junto eu me sentia sufocado / agora eu posso seguir meu caminho sozinho”. O contraste entre o ideal de um amor verdadeiro – aquele que “completa a alma e não machuca a gente” – e a realidade vivida, marcada por “espinhos” e “vazio”, evidencia a maturidade dos personagens ao reconhecerem que insistir seria prejudicial. A metáfora das flores e espinhos reforça essa dualidade: quando o amor não é verdadeiro, “ficam os espinhos, vão embora as flores”. Assim, a música adota um tom de libertação, mostrando que o fim pode ser um recomeço positivo, marcado por sinceridade e autoconhecimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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