Perua Tarada
Dilson Monteiro
Duplo sentido e humor irreverente em “Perua Tarada”
“Perua Tarada”, de Dilson Monteiro, é marcada pelo uso inteligente de duplos sentidos e metáforas para retratar um encontro amoroso de forma leve e bem-humorada. O termo “perua” na canção vai além do veículo, funcionando também como gíria para uma mulher ousada e exuberante, o que reforça o tom descontraído típico do brega paraense. A letra acompanha situações cotidianas, do flerte ao motel, sempre com humor, como no trecho: “Minha agulha entortou / Nem pra frente, nem pra trás”, em que o narrador brinca com sua dificuldade de acompanhar o ritmo da parceira.
Expressões como “costurar” e “minha máquina enguiçou” são eufemismos sexuais, característicos do estilo de Dilson Monteiro. Essas metáforas transformam o ato sexual em algo quase mecânico, mas sem perder o tom divertido. O refrão “Ai, ai, costura mais, mais, mais” reforça o duplo sentido, mostrando a persistência da parceira e a exaustão do narrador, o que gera identificação e risos no público. Assim, “Perua Tarada” celebra o humor popular e a irreverência do brega, usando situações do dia a dia para criar uma narrativa divertida, cheia de malícia, mas sem ser vulgar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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