
Amanhecer Divino
Dino Franco e Mouraí
A natureza sagrada e a simplicidade em “Amanhecer Divino”
Em “Amanhecer Divino”, Dino Franco e Mouraí retratam a natureza do sertão como um espaço sagrado, onde cada detalhe do amanhecer revela a presença de Deus. A letra destaca cenas como a suçuarana "junto à fonte de vaidade quase humana", atribuindo à onça-parda um comportamento de contemplação que aproxima o animal dos sentimentos humanos. Essa humanização reforça a ideia de que todos os seres compartilham emoções e rituais diante da beleza natural.
A música também faz referência à araponga, ave conhecida pelo canto metálico, comparando seu som ao de sinos. Essa imagem cria uma ligação entre o sagrado e o cotidiano rural, mostrando como a natureza pode ser vista como um templo e espaço de celebração. Elementos como o sol refletido no ribeirão, o canto das cigarras, beija-flores e bem-te-vis compõem um cenário de harmonia e gratidão. O verso “Eu sou pequeno, bem menor que um pedregulho / Mas eu tenho um orgulho que não é pecado não” expressa humildade diante da grandiosidade da criação, mas também orgulho por pertencer a esse universo. Ao afirmar “Mundo perfeito de amanhecer divino / Onde vejo Deus menino cada vez que o dia vem”, a canção transmite uma mensagem otimista e contemplativa, sugerindo que a presença divina se renova a cada novo dia e que a vida simples do campo é motivo de celebração.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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