Negro Destino

Dino Meira

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E à noitinha quando fico sozinho
Eu falo baixinho ás pedras da rua
Se o meu destino é assim tão negro
Negro, negro, negro
A culpa não é tua
Se o meu destino é assim tão negro
Negro, negro, negro
A culpa não é tua

Nesta vida tudo nasce amor
Nascem tantos animais
Nasce o trigo que é do campo amor
Andorinhas nos beirais
Nascem ilusões perdidas
Nasce o medo de viver amor
Só não nasce em mim coragem
Amor, amor, amor
Coragem p'ra te esquecer
Esquecer, esquecer

E à noitinha quando fico sozinho
Eu falo baixinho ás pedras da rua
Se o meu destino é assim tão negro
Negro, negro, negro
A culpa não é tua
Se o meu destino é assim tão negro
Negro, negro, negro
A culpa não é tua

Nasce a dor que vem do peito amor
Nasce a força p'ra lutar
Nasce a vida que eu rejeito amor
Neste jeito de me achar
Nascem plantas sobre a terra amor
Nasce o ódio de viver
Só não nasce em mim coragem
Amor, amor, amor
Coragem p'ra te esquecer
Esquecer, esquecer

E à noitinha quando fico sozinho
Eu falo baixinho ás pedras da rua
Se o meu destino é assim tão negro
Negro, negro, negro
A culpa não é tua
Se o meu destino é assim tão negro
Negro, negro, negro
A culpa não é tua

Nascem cidades famosas
Nasce tudo o que há no mundo amor
Nascem flores que não são rosas
Neste mundo tão imundo amor
Nasce a criança no lar
O rio e o amanhecer
Só não nasce em mim coragem
Amor, amor, amor
Coragem p'ra te esquecer
Esquecer, esquecer

E à noitinha quando fico sozinho
Eu falo baixinho ás pedras da rua
Se o meu destino é assim tão negro
Negro, negro, negro
A culpa não é tua
Se o meu destino é assim tão negro
Negro, negro, negro
A culpa não é tua

E à noitinha quando fico sozinho
Eu falo baixinho ás pedras da rua
Se o meu destino é assim tão negro
Negro, negro, negro
A culpa não é tua
Se o meu destino é assim tão negro
Negro, negro, negro
A culpa não é tua

Se o meu destino é assim tão negro
Negro, negro, negro
A culpa não é tua

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