
Minha Vó
Diogo Defante
Humor e afeto familiar em “Minha Vó” de Diogo Defante
Em “Minha Vó”, Diogo Defante utiliza o humor e a irreverência para homenagear sua avó Hilda, misturando referências do cotidiano familiar com elementos da cultura pop. O refrão repetitivo “Minha vó gosta de planta” ganha um tom divertido e ambíguo, principalmente quando, ao final, Defante troca “planta” por “ponta” – gíria para cigarro de maconha. Essa brincadeira reforça o estilo descontraído do artista e cria um duplo sentido, ao mesmo tempo em que brinca com o estereótipo da avó cuidadora de plantas e faz uma referência bem-humorada à cultura jovem.
A letra traz detalhes que evocam memórias afetivas, como “calça de santropê”, “azeite de dendê”, “agulha de tricô” e “enfeite bibelô”, retratando cenas típicas do universo das avós brasileiras. O verso “Vó Hilda / Tu era fofoqueira mas quem nunca bisbilhotou” mostra carinho ao abordar o lado fofoqueiro da avó, transformando um traço comum em motivo de identificação e afeto. O humor aparece também em passagens como “fezinha no bicho direto / pensa que eu não sei”, revelando segredos e cumplicidades familiares. Ao misturar reggae com essas referências, Defante cria uma canção leve e divertida, que celebra as excentricidades e o papel fundamental das avós na construção de memórias e valores, transmitindo uma saudade genuína e um amor simples, mas profundo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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