
Amor de Ferro
Diogo Piçarra
Reflexão sobre perdas e esperança em "Amor de Ferro"
Em "Amor de Ferro", Diogo Piçarra utiliza a metáfora de um amor feito de ferro para expressar tanto a força quanto a resistência desse sentimento, mas também a dor do arrependimento por tê-lo deixado enfraquecer. O verso “Como é que nos deixei cair” revela um olhar para o passado marcado por culpa e saudade, enquanto o pedido recorrente para voltar no tempo reforça o desejo de reviver uma fase em que o relacionamento parecia sólido e eterno.
A letra também aborda a esperança de reconciliação, mesmo diante da distância emocional e do tempo que passou. Trechos como “Vou chegar do fim do mundo / Não trago ouro nem estrelas / Trago preces de futuro / Trago o teu nome nas veias” mostram a entrega total e a vontade de recomeçar, sem promessas materiais, mas com sinceridade e intensidade. A colaboração entre Diogo Piçarra e Pedro Abrunhosa, marcada por respeito e admiração mútuos, se reflete na fusão das vozes e na emoção transmitida pela canção. O refrão, ao afirmar “nunca é tarde onde te esperam / nem inverno quando chegas”, reforça a ideia de que, apesar dos erros e do tempo, a esperança e o amor permanecem, prontos para receber o outro sem julgamentos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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