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Calango Nordestino

Diogo Rios

Os Calangos do sertão
Multi cor camaleão
A terra arde, o sol no chão
A seca não para não
Não tem o que comer,
Não tem o que beber,
Na terra que se plantava o feijão não quer nascer

Nasce um calango, morre outro calango
Nasce um calango, morre outro calango
Nasce um calango, morre outro calango

Nasce um calango uma boca pra comer,
Morre um calango a tristeza a crescer,
Cresce outro calango sem saber o que fazer,
Vendo nascer mais um calango e a pobreza a florescer

Nasce um calango, morre outro calango
Nasce um calango, morre outro calango
Nasce um calango, morre outro calango

O calango que morreu numa cruz dependurado
Achou que com seu sofrimento o meu tinha acabado
A mensagem recebida com ódio e ingratidão
Fez nascer mais um calango com uma enchada na mão

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