
A Pequena Sereia - Pobres Corações Infelizes
Disney
Manipulação e crítica social em “A Pequena Sereia - Pobres Corações Infelizes”
Em “A Pequena Sereia - Pobres Corações Infelizes”, da Disney, a vilã Úrsula se apresenta como uma aliada de Ariel, mas na verdade está manipulando a jovem para que ela abra mão de algo fundamental: sua voz. O trecho “Eu confesso que já fui muito malvada! [...] E até mais generosa e gorducha, pode crer!” destaca o tom sarcástico da personagem, que tenta parecer confiável e generosa enquanto busca apenas benefício próprio. Essa postura irônica é central para a música, pois Úrsula usa seu discurso para enganar Ariel e convencê-la a aceitar um acordo injusto.
A canção também aborda questões sociais importantes, especialmente no trecho “O homem abomina tagarelas; garota caladinha ele adora!”, que sugere que mulheres devem ser silenciosas para agradar aos homens. Embora essas ideias sejam apresentadas pela vilã, a música faz uma crítica velada a padrões opressivos, mostrando como a manipulação pode levar alguém a abrir mão de sua identidade e autonomia. A exigência de Úrsula — “O que eu quero de você é sua voz!” — simboliza a perda do direito de se expressar e de ser quem se é. O debate sobre essas mensagens ganhou força com a revisão da letra no live-action de 2023, refletindo a preocupação da Disney em não perpetuar estereótipos negativos. Assim, a música funciona como um alerta sobre os perigos de ceder à manipulação e de abrir mão do próprio poder de escolha.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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