
Toy Story - Coisas Estranhas
Disney
Woody, ciúme e humor em “Toy Story - Coisas Estranhas”
“Toy Story - Coisas Estranhas”, da Disney, transforma a crise de Woody em música direta e bem-humorada. O trocadilho do título funciona em duas frentes: é o linguajar “espacial” que chega com Buzz Lightyear e, ao mesmo tempo, o sentimento de Woody vendo seu mundo virar de cabeça para baixo. A narrativa da queda é clara em versos como “Eu era o maioral... lá do céu, esse cara despencou num foguete”, que marca a troca de protagonismo, e em “Eu era líder (líder!) / Tinha poder (poder!) / Mas isso acabou!”, que escancara a perda de hierarquia. Quando ele diz “o céu sobre mim desmoronou”, o exagero intencional sublinha a frustração e a insegurança que movem a cena.
A letra mapeia o isolamento ponto a ponto: “amigos meus sumiram num piscar”, “alguém que, pra você é irmão, te vira as costas” e “termina sozinho num canto, largado no chão” visualizam a migração de atenção para Buzz. O humor nasce do contraste entre a fanfarronice do vaqueiro e sua carência, reforçado pelo refrão “Estranhas! Demais para mim!”, que repete a incapacidade de lidar com a mudança. No contexto do filme Toy Story (1995), Randy Newman compôs a original “Strange Things” (Coisas Estranhas) para dar voz a essa virada; na versão brasileira, a interpretação de Zé da Viola acentua o desabafo com ironia. O destaque da trilha no Oscar (indicações a Melhor Canção Original e Melhor Trilha) mostra por quê: a música não é enfeite; ela move a narrativa e cristaliza ciúme, humor e pânico do personagem.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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