
Aladdin - Ce Rêve Bleu
Disney
Liberdade, amor e descoberta em “Aladdin - Ce Rêve Bleu”
Em “Aladdin - Ce Rêve Bleu”, o “novo mundo” é menos um lugar e mais um espaço de liberdade emocional e social onde Jasmine testa sua autonomia. O dueto funciona como rito de passagem: Aladdin propõe “t’offrir un monde” (te oferecer um mundo) e a convida a romper as regras do palácio, algo explícito em “où personne ne nous dit ‘c’est interdit’” (onde ninguém nos diz 'é proibido'). As imagens celestes — “océan d’étoiles” (oceano de estrelas), “poussière d’étoile” (poeira de estrela), “horizons du bonheur” (horizontes da felicidade) — sugerem infinitude e deslocam o casal das hierarquias de classe para um horizonte de possibilidades. O ponto de virada surge na voz de Jasmine: “Je suis montée trop haut / Allée trop loin / Je ne peux plus retourner d’où je viens” (Eu subi alto demais / Fui longe demais / Não posso mais voltar de onde vim), quando amor e liberdade se tornam irreversíveis.
A expressão “aux mille et une splendeurs” (aos mil e um esplendores) acena para As Mil e Uma Noites e para a fantasia orientalizante que molda o romance. Como versão francesa de A Whole New World (Disney, 1992), composta por Alan Menken e Tim Rice e vencedora do Oscar de 1993, “Ce Rêve Bleu” cristalizou esse ideal de descoberta em diferentes gerações — da dublagem de Paolo Domingo e Karine Costa à releitura live-action de 2019 com Hiba Tawaji e Julien Alluguette — mantendo vivo o encanto da promessa de um amor que dura “toute la vie.” (por toda a vida)
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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