
O Corcunda de Notre Dame - Sons de Notre Dame
Disney
Reflexão sobre moralidade em “O Corcunda de Notre Dame - Sons de Notre Dame”
A música “O Corcunda de Notre Dame - Sons de Notre Dame”, da Disney, apresenta a história de Quasímodo de forma teatral, usando os sinos da catedral como símbolo central para marcar os acontecimentos e emoções de Paris. O uso de órgãos antigos reforça a atmosfera imponente e quase sagrada, transportando o ouvinte para o ambiente grandioso e sombrio da Notre Dame. A letra alterna entre a rotina da cidade e o mistério do sineiro, criando um contraste entre o cotidiano e o extraordinário, enquanto apresenta Quasímodo como alguém isolado: “no alto no campanário vive o sineiro misterioso”.
A canção funciona como prólogo do filme, estabelecendo temas como preconceito, julgamento moral e a diferença entre aparência e essência. Frollo é descrito como alguém “cuja alma é dura qual bronze que apura os sons”, ligando sua rigidez moral à frieza dos sinos. Sua hipocrisia aparece ao ver “pecado em cada ser, exceto em si”. O momento em que Frollo nomeia Quasímodo, “um nome que significa 'meio-formado'”, mostra o estigma imposto ao protagonista desde o nascimento. A pergunta final – “Quem é o monstro? E o homem quem é?” – resume a principal reflexão da obra, questionando quem realmente carrega a monstruosidade: quem é diferente por fora ou quem pratica o mal sob aparência de virtude. Assim, a música usa a grandiosidade dos sons de Notre Dame para ampliar a tensão moral e emocional da história, convidando o público a olhar além das aparências.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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