No Alto do Cruzeiro
DJ Capoeira
Tradição e respeito em "No Alto do Cruzeiro" de DJ Capoeira
"No Alto do Cruzeiro", de DJ Capoeira, explora como a capoeira vai além da luta, sendo também um espaço de celebração, respeito e resolução de conflitos. Logo no início, a música narra uma "confusão" no Alto do Cruzeiro, que serve como ponto de partida para destacar valores fundamentais da capoeira, como prudência e ancestralidade. O verso “Eu moço, eu sou de paz, colega velho / Não vem brincar mais eu / Eu me chamo capoeira / E sou amigo seu” mostra o narrador adotando uma postura pacífica, preferindo o diálogo e a amizade ao confronto, mesmo em situações tensas.
A descrição do capoeirista com “berimbau na mão, cabelo trançado, terno branco alinhado, vindo lá do capuão” reforça a ligação com a tradição afro-brasileira e a capoeira Angola. O conselho “caixão que enterra cem pode enterrar cento e um” funciona como um alerta: apesar da busca pela paz, quem pratica capoeira tem limites e merece respeito. As saudações finais – “Viva meu Deus! Viva meu Mestre! Viva a capoeira!” – celebram a espiritualidade, a reverência aos mestres (com destaque ao Mestre Meinha, referência pessoal de DJ Capoeira) e a importância do jogo de Angola. Assim, a música une narrativa, celebração e ensinamento, transmitindo a essência da capoeira como arte, cultura e filosofia de vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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