Leiteira (part. Boladin 211 e MC Meno K)
DJ Neeh
Sexualidade e periferia em “Leiteira (part. Boladin 211 e MC Meno K)”
"Leiteira (part. Boladin 211 e MC Meno K)", de DJ Neeh, destaca-se pelo uso de metáforas explícitas e duplos sentidos para abordar a sexualidade, ao mesmo tempo em que reforça a identidade periférica dos artistas do sul do Brasil. Expressões como “minha mamadeira tá cheia” e “o leiteira, o meu leite tá em ti” fazem referência direta ao ato sexual, utilizando "leiteira" como gíria para a parceira e "leite" como metáfora para o sêmen. Esse tipo de linguagem é comum no funk, mas aqui aparece de forma ainda mais direta e descontraída, alinhada ao tom popular da música.
Além do conteúdo sexual, a letra retrata o cotidiano da periferia, como nos versos “cada um porta um fuzil, todos meus amigo é criminoso” e “tô no baile de AK na manhã metendo louco”. Essas frases refletem a realidade vivida pelos artistas, especialmente Boladin 211, que transforma suas experiências na Restinga Velha em música. O ambiente do baile, a madrugada e a relação com a criminalidade reforçam a autenticidade dos MCs e conectam a letra ao contexto social do sul do Brasil, onde o funk vem ganhando força e identidade própria. Assim, a música funciona tanto como uma celebração da sexualidade livre quanto como um retrato cru da vida na periferia, marcada por desejo, ostentação e resistência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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